Pensar Empaticamente

2021-12-08

Pensar Empaticamente

Webinar com Maria Gorjão Henriques

Durante a entrevista no passado dia oito de setembro, Maria Gorjão Henriques relata a importância de se aprender a pensar empaticamente. Aprender sobre as vivências de cada pessoa e as razões que contribuíram para os vários eventos das mesmas.

Enquanto não enquadrarmos as ações dos nossos antepassados e conhecermos apenas as histórias pela “rama”, “os sistemas familiares vão continuar a gritar por equilíbrio”, porque o que passa de geração em geração são as emoções.

“O desapego não é largar. O desapego é o maior ato de amor que podemos ter” dizia Maria Gorjão Henriques durante a entrevista. Tem que haver diferenciação entre deixar ir por amor ou por dor, e que para que a partida seja saudável deve ser feita por amor.

Na nossa cultura o processo de luto pode ser difícil, pois, não somos educados para a morte apesar de ser, curiosamente, a única coisa da qual não conseguimos fugir — “É a única certeza”.

A vida é apenas uma passagem de transformação, uma vez que não está presa às formas físicas.

Assim sendo, quando se consegue encontrar refúgio no amor, a morte é um “Até já”.

Refere, ainda, que mesmo aquando de uma tempestade em alto mar, que corresponde à perda de um ente querido, o sol está lá e continua a brilhar por cima das nuvens. O sol nasce e põe-se da mesma forma, apesar de não ser percecionado por quem sofre a perda. A pessoa não se apercebe devido às nuvens que pairam por cima de si, “mas o sol está lá”, terminando assim com um registo de esperança.

 

 

 

Fonte: https://youtu.be/bxw1w_QuggU

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